Já não ouço o murmúrio dos lamentos deixados na minha escrivaninha.
Já não faço mais poesia...
O amor me deixou.
Deixou-me. Estou sozinho.
Mas o sol nasce feliz e iluminado,
apesar da solidão de cada dia...
Quando a chuva permite!
Dispa-se da loucura diária; esvazie sua mente das fantasias e das ilusões - apenas das inúteis, que nos invadem, viram fantasmas durante a noite e saem para atormentar as almas inquietas... Entre no vestuário e vista-se de palavras: contos, poemas, prosas, versos, romances e experiências sobre o que se vive no trabalho, na política, nos estudos, na religião, nos bares, nos amores, na família, na solidão do dia-a-dia... Porque viver nem sempre é suficiente. É preciso mais, muito mais...